| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Turdidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Espécie: | T. albicollis |
O sabiá-coleira é uma ave passeriforme da família Turdidae.
Seu nome científico significa: de Turdus = referente ao gênero Turdus; e do (latim) albus, albis = branco e collis, collum, collaris = pescoço, colo, colar. ⇒ Tordo que tem o pescoço ou colar branco.
É conhecido também como caraxué-coleira.
Mede cerca de 22 cm de comprimento. Apresenta sutil dimorfismo sexual, sendo as fêmeas adultas um pouco maiores que os machos, sendo sua diferenciação principal feita apenas pelo canto, que é característica dos machos.
Garganta densamente rajada de negro, e sob esta, mancha branca bastante evidente, abdômen branco e flancos e coberteiras inferiores das asas de cor ferrugínea. Pálpebras e mandíbulas amarelas.
Seu canto apresenta estrofes suaves, prolongadas e ininterruptas; Motivos simples de pouca amplitude.
Possui sete subespécies:
Atinge a maturidade sexual aos 10 meses. Faz ninho semelhante ao de outros sabiás. Cada ninhada geralmente tem entre 2 e 3 ovos azul-esverdeados com manchas marrons, tendo de 3 a 4 ninhadas por estação. Os filhotes nascem após 13 dias.
É comum nos estratos inferior e médio de florestas úmidas e capoeiras altas, tanto nas baixadas como nas montanhas. Vive solitário ou aos pares, pulando no chão. É de difícil observação.
Presente em toda a Amazônia brasileira e de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, estando restrito, no Nordeste, à Mata Atlântica. Encontrado também em quase todos os demais países da América do Sul, com exceção do Chile.